Crônica de uma morte anunciada.

Há pelo menos um mês, irmã Geraldinha vive como foragida. Deixou a cidade e nunca sabe aonde vai dormir para tentar driblar seus algozes, que a ameaçam desde 2006. Como proteção, conta apenas com a ajuda de amigos. A polícia afirma que, até que fique comprovada a veracidade das ameaças registradas em vários boletins de ocorrências, não pode fazer nada. Foi assim também com a irmã Dorothy, que recebeu inúmeras ameaças até que sua luta foi encerrada com seis tiros: um na cabeça e cinco no corpo.

- do post sobre irmã Geraldinha, que ao que tudo indica morrerá igual irmã Dorothy: assassinada numa emboscada, e sem culpados.

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