Ode.

Sobrevoa — de alto a baixo — as coisas, ventila as janelas da alma, abre de fora a fora essa tela branca às intempéries da poesia; louva teus inimigos, redima-se na humildade de quem se arma até os dentes. Empunha tuas armas!, convoca teus pombos, meu caro, que hoje meus pensamentos de briga lançarão as garras sobre este mundo!

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