A moral do tao.

Um famigerado ladrão, chamado Koshi, interessava ao sábio Confúcio; este, com efeito, supunha poder convertê-lo à sua moral.

Dirigiu-se, portanto, à montanha em que o ladrão vivia, retirado, e propôs-se educá-lo.

Koshi, o ladrão, logo se cansou das palavras do importuno:

– És mais pueril que uma criança — exclamou, a súbitas. — Tua moral é boa para ti, mas não é boa para mim! Ensina-me, portanto, o outro aspecto da moral se quiseres que eu te compreenda! Para falar com franqueza, eu não acreditava que os grandes sábios fossem tão tolamente ingênuos!

Confúcio viu-se obrigado a recuar. Recebera, em matéria de educação, uma grande lição!

– taisen deshimaru, A tigela e o bastão.

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